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Minha Empresa, Minhas Regras

Será?!


O objetivo deste texto é claramente criar inquietação no(a) empresário(a), para que ele possa ter uma visão ampla, de 360º, e, assim, fazer com que seu negócio escale de forma coerente.


Costumeiramente, alguns empresários tomam atitudes sem uma visão empresarial, realizando atos voltados apenas para os interesses e anseios pessoais.


Tal postura é equivocada para aquele que se interessa em crescer, pois a empresa deve ser extremamente maior do que o sócio, atravessando, inclusive, as fronteiras pessoais.


No exercício profissional, costumo fazer uma comparação simples, para uma melhor compreensão didática da lição. O exemplo causa espanto e, por vezes, até sorriso no ouvinte, mas, de todo modo, marca o(a) empresário(a). E esta é a intenção. Observe:


O fruto de uma relação amorosa, seja entre casais do mesmo sexo ou não, pode ser um filho ou uma filha. Aqui não trataremos dos maravilhosos animais de estimação. Na mesma linha de raciocínio, o fruto de uma relação comercial pode ser uma empresa, que também é uma pessoa, porém despersonificada.


A diferença jurídica, além das benesses inexprimíveis que os filhos trazem, é que a empresa já nasce, digamos, com as responsabilidades da vida adulta.


Mediante o exemplo citado acima, questiono, e o empresário(a) também deve se perguntar: eu mando inteiramente na vida do(a) meu/minha filho(a) quando este(a) atinge a maioridade?


Corriqueiramente, a resposta para este questionamento é “NÃO”.


Surge logo outra pergunta: por que na minha empresa tudo tem que ser sempre do seu jeito?


Você – empresário(a) –, entenda que seu negócio é feito para atender seu público, que é alvo de suas ações de vendas e consumidor do seu produto ou serviço.


Se o negócio é feito para determinado público alvo, então ele deve atender aos anseios destes e não aos do administrador.


Assim, contratar pessoas especializadas em determinados assuntos contribui para o crescimento empresarial.


Da mesma forma, investir em pessoas e evoluir na gestão também são pilares para o crescimento da empresa.


O(A) empresário(a) deve buscar uma interdisciplinaridade da equipe e criar metodologias e procedimentos que a empresa deve seguir.


Mas atenção! As regras da empresa devem ser seguidas por todos, especialmente pelo “dono”, seus parentes e amigos. Lembre-se: a empresa tem suas próprias regras, assim como os filhos maiores.

Regras são essenciais para o convívio em sociedade. Para isso, temos as leis. Outro bom exemplo são as regras que temos com nós mesmos – regras pessoais – ou em casa, com a família.


Sem regras claras e bem definidas, dificulta-se a capacitação interna dos colaboradores. Cria-se uma sensação de empresa empacada, frustrando a expectativa de crescimento empresarial e pessoal.


Outro detalhe é que o não cumprimento das regras por parte de algumas pessoas ou do dono, por exemplo, demonstra ausência de credibilidade na corporação.


Muito cuidado, empresário(a)! Talvez você seja não somente o(a) responsável pela sua empresa, mas, também, o problema pelo não crescimento dela. Não perca a oportunidade que você tem hoje de fazer seu negócio escalar. Só depende de você!



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